Na
Semana Santa, a liturgia nos auxilia a estarmos intimamente unidos a
Cristo, para bem celebrarmos seus mistérios. Assim, foi que a
comunidade paroquial de São João Bosco, celebrou a Santa
semana, com muita preparação e unidade com o Cristo.
No Domingo de Ramos, a comunidade era
convidada a introduzir este belíssimo momento com uma procissão,
saindo da Praça Mauá com destino ao ginásio Dom
Bosco, em Gramoré. Hosana nas alturas, bendito seja o nome do
Senhor, o rei de Israel! Esse mistério fazia-nos “entrar”
novamente em Jesuralém com ramos de oliveira e reconhecermos
a realeza do Cristo.
Na segunda, terça e quarta-feira
santa, “caminhamos com o Senhor”, passo a passo, nos momentos
de sua prisão, julgamento e condenação a morte.
Durante a noite da terça-feira, os padres do XI zonal da arquidiocese
de Natal, atenderam as confissões na igreja matriz, eram em torno
de 10 padres. Para o Diácono Pedro, as confissões durante
a semana santa, são de extrema importância, pois nos colocam
mais próximos do Senhor durante a semana maior.
Na quinta-feira, “entramos com o
Cristo” no cenáculo, para deixar que ele nos desse a grande
lição do lava-pés, é nesta noite que recebemos
o grande Dom da Eucaristia e a instituição do sacerdócio.
Na sexta-feira da paixão, lembramos
o calvário, as nossas dores e as angústias dos sofredores.
No silêncio respeitoso e no jejum, celebramos a noite redentora,
é a vida que vence a morte. O grande silêncio que perpassava
todo ginásio Dom Bosco, era um grande convite ao recolhimento
interior. No refrão do salmo do dia, nos convidava ao pensamento
central da liturgia da paixão: Pai, em tuas mãos entrego
o meu espírito! Era o amor-doação. Logo depois,
na homilia, o nosso pároco, padre Francisco, iria nos lembrar
e dizer que confiasse no cristo e em nossa Senhora, sendo estes, exemplos
de vida.
No sábado santo, foi dia de guardar
o silêncio, “descer com o Cristo” a mansão
dos mortos, para a noite celebrarmos a missa do fogo, a vigília
pascal, a mãe de todas as vigílias. Foi muito bonito ver
a grande multidão de fiéis no ginásio, cada um
com sua vela e muitos outros com garrafa com água, para juntos
“vigiarem” a ressurreição do Senhor.
No Domingo, celebramos a festa da salvação,
a Páscoa da ressurreição. Este dia, como disse
o padre Francisco: A maior festa da Igreja. Em nossa paróquia,
cada comunidade pôde celebrar em suas capelas este dia tão
precioso.
Que o cristo, nosso páscoa, interceda
por cada paroquiano de nossa paróquia, para que possam ser verdadeiras
testemunhas do ressuscitado, verdadeiros discípulos missionários.
Amém!
Veja
as fotos: Confições e Missa de Ramos
Marcelo
Henrique
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