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Reflexão
do 5º. Domingo da Quaresma
JO 11, 1-45
A morte e
a ressurreição de Lázaro
O
evangelista João nos apresenta a ressurreição como
sendo a vida comunicada por Jesus, em seu amor, a todo aquele que, crendo
nele, faz a vontade do Pai. "Eu sou a ressurreição
e a vida... todo aquele que vive e crê em mim não morrerá
jamais...”.
A narrativa envolve Jesus, Lázaro,
Maria e Marta. É a representação da comunidade unida
a Jesus. Aquele que crê em Jesus e acolhe seu amor, não está
morto mas é resgatado para a vida. As categorias escatológicas
do morrer e ressuscitar (primeira leitura) deixam de ser uma realidade
do último dia. Passam a ser uma realidade atual. Jesus é,
na história, a ressurreição e a vida.
Este texto contém elementos da primitiva
catequese batismal. Na teologia paulina (segunda leitura; cf. Rm 6), pelo
ato de fé, no batismo, morremos com Cristo para viver como ressuscitados
em Cristo. Na perspectiva do batismo de João, assumido por Jesus,
pela conversão, na prática da justiça, da fraternidade
e do amor, já vivemos como ressuscitados.
A vida comunicada por Jesus aos homens e
mulheres que fazem a vontade do Pai é a participação
na vida divina e eterna, vencendo a morte.
Oração
Pai dá-me a graça de compreender
a ressurreição de Jesus como vitória da vida e como
sinal de que a morte não tem a última palavra sobre o destino
daqueles que crêem.
Pe.
José Pereira - Colunista
10/03/2008 - Atualizado em 10/03/2008 - 09h38
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